11/04/07

Hoje, 11 de Abril, às 21 horas


“A Cidade Líquida e Outras Texturas” de Filipa Leal
apresentado na Biblioteca Municipal de S. João da Madeira


Em informação fornecida pela “Deriva Editores”, lê-se que os poemas de Filipa Leal “dão voz a um gesto de libertação individual em deriva constante”. Acrescenta-se que “desta ligação íntima, proposta ao leitor de A Cidade Líquida e Outras Texturas, emerge um sujeito cujo rosto se confunde com a própria rota que vai construindo”.
Filipa Leal, nasceu no Porto em 1979. Formou-se em Jornalismo na Universidade de Westminster, em Londres, e concluiu o Mestrado em Estudos Portugueses e Brasileiros pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto (onde apresentou a dissertação sobre os “Aspectos do cómico na poesia de Alexandre O’Neill, Adília Lopes e Jorge de Sousa Braga”).
Jornalista cultural, é de salientar a sua colaboração no suplemento “das Artes, das Letras”, de “O Primeiro de Janeiro”, para o qual já entrevistou diversas figuras de destaque da literatura portuguesa e estrangeira. Recitadora e locutora, colabora regularmente com o Teatro do Campo Alegre, no ciclo “Quintas de Leitura”, e integra o colectivo poético “Caixa Geral de Despojos”. Participa nos Seminários de Tradução Colectiva de Poesia da Fundação da Casa de Mateus.
Em 2003, Filipa Leal publicou “Lua-Polaroid” (ficção), da Corpos Editora, e, em 2004, “Talvez os Lírios Compreendam” (poesia), da Cadernos do Campo Alegre.

Aproveito ainda para deixar a ligação a um elogio (Rosa Necessária) já com alguns anos que a Filipa recebeu em relação à entrevista a Ramos Rosa que em tempos publicou n'O Primeiro de Janeiro.

3 comentários:

Bri disse...

Para além do mais a Filipa é muito fixe!

pat disse...

É sim senhora dona BRI. gosto de a ver por cá.

Fernando M. Dinis disse...

que pena... já passou. E em Lisboa?